Prefeitura de Picuí dá início à 2ª Campanha Municipal de Combate à Homofobia

Publicado em 14/05/2019 às 08:46

Prefeitura de Picuí dá início à 2ª Campanha Municipal de Combate à Homofobia

A Prefeitura de Picuí, através da Secretaria Municipal de Assistência Social, deu início às atividades alusivas à 2ª Campanha Municipal de Combate à Homofobia, reunindo os Agentes Comunitários de Saúde do município, com vistas a sensibiliza-los sobre o tema. Na abertura do evento, o prefeito Olivânio Remígio ressaltou as inúmeras atribuições dos profissionais da saúde neste aspecto, através da Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (Política Nacional de Saúde Integral LGBT), que foi instituída pela Portaria nº 2.836, de 1º de dezembro de 2011. Adriana Lucena, coordenadora das Políticas Públicas para as Mulheres falou da luta para garantir direitos às minorias vítimas de preconceito e de violência, enquanto Keiles Lucena, secretária de Assistência Social, destacou o atual panorama vivenciado no Brasil, em que aumentaram todos os índices de violência contra tais minorias, incluindo o público LGBT.

 

As técnicas Rejane Miranda e Vanderlânea Macedo realizaram uma exposição dialogada, cujo tema foi: “Agentes Comunitários de Saúde: construindo pontes e destruindo preconceitos”, cuja abordagem destacou a importância da data 17 de Maio – Dia Internacional da Homofobia; 10 coisas que precisamos conversar sobre homossexualidade; registro de denúncias no Disque 123 contra o público LGBT na Paraíba; além de apresentarem os espaços de atendimento ao público LGBT na Paraíba.

 

SOBRE O DIA 17 DE MAIO

A data foi escolhida porque, em 17 de maio de 1990, a Organização Mundial da Saúde excluiu a homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID). Ficou reconhecido que este comportamento é apenas um traço da personalidade, não um distúrbio da mente. O dia não marca apenas a luta dos homossexuais, mas também dos transgêneros, travestis e bissexuais. Apesar de todos os avanços alcançados nos direitos dos LGBTs, a data não é uma comemoração – serve para a conscientização.

Entre os país que realizam levantamentos do tipo, o Brasil é o país que mais mata pessoas por homofobia e transfobia. Foram 445 mortos em crimes motivados por ódio e discriminação em 2017, segundo estudo do Grupo Gay da Bahia (GGB). Essa pesquisa se baseia principalmente em informações veiculadas pelos meios de comunicação. O fenômeno pode ser ainda maior, uma vez que muitos casos não chegam à mídia.

FONTE: https://veja.abril.com.br/tveja/em-pauta/por-que-17-de-maio-e-o-dia-internacional-contra-a-homofobia/

 

 

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